domingo, 14 de setembro de 2008

Brasilia

Brasília a cruz mais pesada que o brasileiro carrega.
E por suas mãos escorrega todo o dinheiro e suor.
Quem mandou o Lucio costa, fazer essa cruz tão fácil;
Pois hoje nem com disfarce carregam ela melhor.
Parece até que foi feita na areia movediça! É o que pensa o brasileiro.
De lá sai nosso dinheiro, mas sem nem uma justiça.
Seria eu uma louca uma incrédula?
Ou será pouca fé e esperança que me deixara assim.
Mas é muito ou é pouco apenas uma cédula,
Assim como o dinheiro um começo sem fim;
Essa química que opera milagres diversos,
Mas assim como o universo, esta tão distante de mim!
Tomara que se aproxime de mim e de todo o pobre;
Não fique só em mãos de nobres que não tiverem ação
SEJA um rico brasileiro E, não desperdice o dinheiro que,
O pobre precisa tanto; SEJA um nobre brasileiro,
Devolva ao pobre o dinheiro; ele o chamará de santo.
Brasília será chamada a capital de respeito, todos querem o direito de ter a mesma justiça;
E isto cabe aos eleitos,
Esse é meu ponto de vista.

Domingas i. teles granville
14
/06/99

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